A MÚSICA DOS NOMES
IDADE> A partir de 4 meses.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades, pátio ou jardim.
OBJETIVOS> Reconhecer o próprio nome e reforçar o vínculo com o educador.
Escolha uma música na qual você possa incluir o nome das crianças. Alguns exemplos: “Se Eu Fosse um Peixinho”, “A Canoa Virou”, “Ciranda, Cirandinha” e “Fui no Itororó”. Reúna a turma em um local agradável e cante. Os bebês também podem participar, já que a intenção é fazer com que se familiarizem com os nomes. Aos que já andam, sugira uma roda, que vai se formando com aqueles que ouvem o próprio nome.
HORA DA COLHEITA
IDADE> A partir de 3 anos.
TEMPO> Uma hora.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Cartolina ou papel cartão, argila, tinta, dado com um lado de cada cor, miniatura de um passarinho (de plástico ou origami) e vasilhas ou cestinhos coloridos.
OBJETIVOS> Integrar-se ao grupo e colaborar com os colegas.
PREPARAÇÃO> Cole uma gravura ou desenhe uma árvore cheia de galhos do tamanho de uma cartolina para servir de tabuleiro. Faça frutinhas de argila, deixe secar e pinte-as com as mesmas cores do dado que será usado no jogo. Em uma das faces dele, desenhe um passarinho. Confeccione também cestinhas de origami ou arrume vasilhas com as mesmas cores do dado e providencie um brinquedo em forma de passarinho. Coloque o tabuleiro sobre uma mesa e espalhe as frutinhas pelos galhos. O passarinho deve ficar solto. Em volta do tabuleiro, espalhe as cestinhas coloridas. Jogo para quatro crianças. Uma criança por vez lança o dado, retira da árvore a fruta da mesma cor indicada pelo dado e coloca-a na cestinha, também da mesma tonalidade. Se o dado cair com a face que traz o passarinho, é ele quem fica com a fruta. O objetivo é colher todas antes que o passarinho as coma.
TEATRO DE BONECOS
IDADE> A partir de 1 ano e meio.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades, pátio ou biblioteca.
MATERIAL> Fantoches ou dedoches.
OBJETIVO> Conhecer a rotina da escola enquanto conversa com os personagens.
Sente-se com as crianças no chão e faça os bonecos “conversarem” com cada uma. Você pode fazer perguntas como:
- Quem trouxe você para a escola hoje?
- Você tem amigos? Quem são?
- Você já brincou no parque?
- Você já tomou lanche?
MAMÃE TEM CARTINHA PRA VOCÊ
IDADE> A partir de 2 anos.
TEMPO> Uma hora.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Canetas hidrográficas, papel e envelopes.
OBJETIVOS> Tranqüilizar- se quanto aos sentimentos de adaptação (exemplo: tristeza) e compartilhar com os pais as atividades escolares.
Distribua uma folha de papel e canetas hidrográficas para cada criança e peça que faça uma cartinha aos pais. Quando todas terminarem os desenhos, chame uma por uma e pergunte a quem a mensagem é endereçada e o que ela deseja comunicar. Escreva o que a criança disser na mesma folha usada por ela. É importante perguntar se ela quer entregar a carta à pessoa apontada. Em caso positivo, coloque-a em um envelope e oriente a criança a entregá-la ao chegar em casa. Caso contrário,guarde o desenho com as demais atividades
CUIDADO COM A BONECA
IDADE> De 1 a 3 anos.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Bonecas, roupinhas de boneca, retalhos de tecido, mamadeiras e chupetas.
OBJETIVOS> Jogo simbólico; tocar o colega; e ter um bom relacionamento com o grupo.
Esta brincadeira é para meninos e meninas, pois tem o objetivo de desenvolver o relacionamento interpessoal, promovendo atitudes de cuidado e carinho com o outro –necessidades que são comuns a todos, independentemente do sexo. Isso vai se dar no faz-de-conta, momento que a criança aprende sobre as interações sociais. Por isso, é importante ter seu espaço garantido e valorizado na rotina. Proponha que cada um pegue uma boneca e cuide dela como se fosse sua filha. Os pequenos devem dar banho, trocar fralda e fazer carinho.
CHUVINHA DE PAPEL
IDADE> De 8 meses a 3 anos.
TEMPO> De 15 a 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Revistas e jornais velhos.
OBJETIVOS> Relaxar de forma ativa (e não apenas em posição de repouso) e interagir de maneira lúdica com o educador e os colegas.
Sente-se com a turma no chão, em torno de uma pilha de revistas e jornais velhos. Deixe que todos manipulem e rasguem as páginas livremente. Junte os papéis picados num monte e jogue tudo para o alto. Vai ser uma festa! Depois, o papel picado pode ser aproveitado em colagens ou modelagem de bonecos.
PAPAI VEIO BRINCAR
IDADE> De 3 meses a 1 ano.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala ampla.
MATERIAL> Aparelho de som, CDs ou fitas cassete com músicas infantis, bolas, fantoches e panos coloridos.
OBJETIVO> Interagir ludicamente com os pais por meio da brincadeira.
PREPARAÇÃO> Decore o ambiente com os panos.
Coloque uma música e peça para o pai ou a mãe se sentar no chão com o filho. Você pode conduzir as brincadeiras, como rolar uma bola para a criança ou brincar com um fantoche, apresentando possibilidades de interação. Os pais se inspiram em você ou criam brincadeiras.
JOGO DAS EXPRESSÕES
IDADE> De 2 a 3 anos.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Cartolina, pincéis atômicos ou tinta.
OBJETIVOS> Nomear os sentimentos e conversar sobre suas possíveis causas.
PREPARAÇÃO> Desenhe na cartolina várias carinhas com expressões faciais que demonstrem sentimentos de tristeza, alegria, raiva, medo, susto etc. Deixe algumas em branco para nomear um sentimento que apareça no decorrer da brincadeira.
Convide a criança a apontar a que mais revela a maneira como ela se sente naquele momento e a explicar os motivos daquela sensação. Ela pode, por exemplo, estar com raiva do colega porque tirou um brinquedo da sua mão.
CAMINHADA SOLIDÁRIA
IDADE> De 1 ano e meio a 3 anos.
TEMPO> De 5 a 10 minutos.
ESPAÇO> Áreas livres ou outros espaços.
OBJETIVOS> Desenvolver a idéia de grupo e a tolerância.
Esta proposta pode ser aplicada sempre que as crianças tiverem de andar juntas, como da sala para o pátio. Quem quiser correr tem de se controlar. Quem for mais lento precisa se apressar. Se houver alguém com dificuldade de locomoção, o grupo todo terá de esperá-lo.
PINTAR E DESPINTAR
IDADE> De 1 a 2 anos.
TEMPO> De 10 a 15 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Um vidro grosso (janela, porta de vidro ou outra superfície transparente, desde que bem fixa, para garantir segurança), tinta guache, rolinho, pincel, esponja ou as mãos.
OBJETIVOS> Explorar e reconhecer o corpo como produtor de marcas; perceber e reconhecer as características do vidro (transparência, dureza e frieza); e observar e perceber as transformações, movimentos, formas e cores por meio da luz que atravessa o vidro.
Antes de começar a pintura, estimule as crianças a observar a superfície e suas características (lisa, fria, transparente. ..). Brinque de fazer caretas do outro lado do vidro, de pôr a mão atrás dele para a criança tentar pegar e de amassar o rosto contra ele. Depois, as crianças podem espalhar a tinta e observar que onde está pintado não há mais transparência. Proponha que elas pintem com o dedo e observem que a transparência volta por onde o dedo passa. Forme uma roda de conversa para retomar as experiências vividas no processo.
MARCA REGISTRADA
IDADE> De 1 a 2 anos.
TEMPO> De 5 a 10 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Cartolina ou outro tipo de papel e sagu no sabor morango ou uva.
OBJETIVOS> Explorar os materiais (sagu e papel); perceber a marca pessoal; construir a auto-imagem; ordenar formas; e relacionar sensações corporais e registro gráfico.
Pinte com o sagu a palma das mãos das crianças para que elas a imprimam sobre o papel. Você pode pintar a sua e fazer a demonstração. Não faça o trabalho por elas. Dê liberdade de movimentos aos pequenos, mesmo que não façam carimbos, mas pinturas livres (foto na pág. ao lado). Uma variação possível desta atividade é a pintura da sola dos pés, que pode ser feita com as crianças que já andam. Elas podem imprimir os pés enquanto caminham sobre um papel comprido. Chame a atenção para o fato de as marcas ficarem bem visíveis no início e irem desaparecendo à medida que a tinta é gasta.
RASGUE E COLE
IDADE> De 7 meses a 3 anos.
TEMPO> De 10 a 20 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Papel Kraft grande, cola de farinha, revistas e papéis variados (forminha de brigadeiro, embalagem de bala de coco, figurinhas etc.).
OBJETIVO> Perceber diferentes formas, cores e estruturas tridimensionais.
PREPARAÇÃO> Faça a cola: misture em uma panela 1 litro de água, 3 colheres de sopa de farinha de trigo e 1 colher de vinagre. Mexa até engrossar e deixe esfriar. Dê às crianças diversas revistas para recortarem sem tesoura.
Coloque sobre a mesa uma folha de papel Kraft já pincelada com cola de farinha em toda a área.Deixe à disposição das crianças os vários tipos de papel e recortes de revistas para que elas colem no papel Kraft. Vale sobrepor imagens. Ao final, pode-se fazer um painel coletivo e expor o trabalho.
UM PINCEL MUITOS PAPÉIS
IDADE> De 2 a 3 anos..
TEMPO> De 15 a 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Lápis de cor, giz de cera grande ou pincel grosso e vários tipos de suporte, como papel espelho, cartolina, papel cartão de cores diferentes, papel enrugado, papéis com recortes inusitados (com um furo no meio, por exemplo) ou, ainda, madeira, argila etc.
OBJETIVOS> Experimentar diferentes suportes gráficos; explorar várias possibilidades de registro gráfico; perceber diversas formas de expressão; e desenvolver habilidades motoras (dependendo do material, o ato de desenhar exige mais ou menos força, delicadeza para não rasgar etc.). Com um mesmo pincel, lápis de cor ou giz de cera, as crianças desenham sobre papéis de diferentes cores, formas, tamanhos e texturas (e até sobre outros tipos de materiais, como a madeira). Elas vão perceber diferentes efeitos ou tonalidades de um lápis, por exemplo, quando usado sobre superfícies diversas.
TODO MUNDO NA JANELINHA
IDADE> De 9 meses a 2 anos.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Cartolina, caneta hidrocor, cola e uma foto de cada criança.
OBJETIVO> Favorecer o reconhecimento da própria imagem e da dos colegas.
PREPARAÇÃO> Em uma cartolina, desenhe um trenzinho com o número de vagões correspondente à quantidade de crianças. Pendure o cartaz na parede da sala antes de elas chegarem. No dia da brincadeira, peça aos pais que mandem uma foto do filho ou da filha.
Peça aos pequenos que sentem em roda e coloquem a foto no meio do círculo. Aconchegue os bebês no grupo e converse com todos. Comente uma foto por vez. Mostre a imagem e diga: “Olha a Aninha!”, “Onde você estava?”, “Na praia, não é?”, “O seu biquíni era azul?”, “Quem já foi à praia?” Chame as crianças pelo nome, pois é muito comum na Educação Infantil o uso de apelidos. Depois dos comentários, cole as fotos nos vagões e deixe elas apreciarem. Inclua uma foto sua também. O trenzinho fica na classe até as férias. Você vai perceber que, sempre que possível, as crianças vão chamar as pessoas que se aproximam da sala para ver as fotos.
PRODUZIDOS PARA O BAILE
IDADE> A partir de 2 anos.
TEMPO> 40 minutos.
ESPAÇO> Sala ampla.
MATERIAL> Espelho de corpo inteiro, aparelho de som, tecidos, fantasias e maquiagem (testada dermatologicamente, antialérgica e sem álcool).
OBJETIVO> Favorecer a construção da identidade com o uso do espelho.
Leve as crianças para uma sala que tenha um ou vários espelhos grandes para que todas consigam se ver ao mesmo tempo. Deixe as fantasias e os tecidos à disposição delas. Comece a atividade avisando que vai haver um grande baile e, por isso, elas precisam colocar uma roupa especial e se maquiar. Faça você a pintura no rosto das crianças ou peça ajuda a outro educador. Quando a turma estiver pronta, coloque músicas animadas e comece o baile. Depois que as crianças dançarem livremente, conduza a atividade sugerindo que façam caretas em frente do espelho, dobrem os joelhos, levantem os braços, expressem tristeza,balancem a cabeça e movimentem os tecidos que seguram. Sugestão: maquie-se e fantasie-se você também para curtir junto.
CADÊ MINHA FOTO
IDADE> A partir de 1 ano e meio.
TEMPO> Uma hora.
ESPAÇO> Todos os espaços da escola e o tanque de areia.
MATERIAL> Fotos das crianças, cola e plástico adesivo.
OBJETIVO> Reconhecer a própria imagem e a dos colegas.
PREPARAÇÃO> Encape as fotos com o plástico adesivo para que não estraguem. Elas devem ser as que estavam no trenzinho, descrito na atividade Todo Mundo na Janelinha. Esconda-as no tanque de areia.
Quando as crianças entrarem na sala, comente: “Onde estão as fotos do painel? Sumiram! Alguém viu? Não? Vamos procurar?
Devem estar em algum lugar na escola...” Indique alguns espaços para elas procurarem as imagens, deixando o tanque de areia por último. Se a foto encontrada não for a da própria criança, peça que ela a entregue ao dono. Quando todos estiverem com as próprias fotos, podem voltar para a sala e colá-las novamente no painel.
CADA UM É DO SEU JEITO
IDADE> 3 anos.
TEMPO> Uma hora.
ESPAÇO> Sala de atividades ou pátio.
MATERIAL> Papel Kraft, tesoura, canetas hidrocor e fita adesiva.
OBJETIVOS> Construir a imagem do próprio corpo e trabalhar a auto-estima.
Cada criança deita sobre uma folha de papel para que você possa desenhar a silhueta dela. Recorte o contorno, escreva o nome da criança e entregue a ela para completar o desenho com olhos, mãos, joelhos etc. Nesse momento, incentive a criança a observar o próprio corpo. Não espere nada figurativo. Quando todos concluírem o trabalho, cole as silhuetas lado a lado na parede e estimule a observação: “Olha! A Iara é mais alta que o Pedro”. Converse bastante sobre as particularidades de cada uma. Esse diálogo contribui para a construção da auto-imagem e da auto-estima, pois a criança interioriza o afeto que você e os colegas têm por ela, expresso na conversa.
CAIXA DE SURPRESA
IDADE> A partir de 2 anos.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades ou pátio.
MATERIAL> Caixas de sapatos e espelhos pequenos protegidos por uma moldura resistente. Se não houver espelhos na escola, peça aos pais para providenciarem.
OBJETIVO> Brincar com a própria imagem.
PREPARAÇÃO> Peça aos pais que enviem uma caixa de sapatos enfeitada de casa. Antes de a atividade começar, cole o espelho no fundo de cada caixa.
Reúna as crianças em círculo e entregue a cada uma sua caixa. Primeiro, peça a elas que apenas segurem. Comente as diferenças entre elas. Fale das cores, dos desenhos, se têm brilho... E avise: “Sempre que vocês abrirem a caixa encontrarão uma surpresa”. A primeira “surpresa” será a criança se ver dentro da caixa, refletida no espelho. Mantenha o espelho na caixa e, a partir da segunda vez, cada uma deve ter algo diferente, como maquiagem, escova de cabelo, sachês ou outros objetos que façam parte do acervo da creche.
QUEM ESTÁ AQUI
IDADE> De 2 a 3 anos.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala com pouca luz.
MATERIAL> Lanternas pequenas.
OBJETIVOS> Descobrir o que há no espaço e olhar os colegas de outra maneira.
Entregue uma lanterna pequena e acesa para cada criança. Depois, leve-as a um espaço com luminosidade reduzida e sem móveis, para que não se machuquem. Ao chegar ao local, deixe que andem livremente pela sala,incentivando- as a explorar o ambiente. Uma idéia é procurar os colegas. Elas podem também iluminar partes do corpo do outro e tentar descobrir quem é.
HOJE É DIA DE NOVIDADE
IDADE> A partir de 4 meses.
TEMPO> Uma hora.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Caixa, objetos com diversas formas, texturas e tamanhos (caixinhas encapadas com papel ou tecido contendo areia, pedrinhas ou grãos variados), bexigas com um pouco de água dentro, pedaços de conduíte, rolos de papel-toalha pintados ou encapados, luvas cirúrgicas com talco, argolas, potes de filme fotográfico com miçangas, garrafas PET pequenas com pedaços de papel colorido, espelhinhos, chocalhos, tampas de vasilhas e sachês.
Obs.: as caixas ou outros objetos que contêm miudezas devem estar bem vedadas, para que o conteúdo não escape..
OBJETIVOS> Conhecer os objetos e formas de interagir.
PREPARAÇÃO> Espalhe almofadas pelo chão para a sala ficar aconchegante e coloque as crianças sentadas sobre elas. Os bebês também podem entrar na roda, acomodados em assentos próprios.
(Inicie a brincadeira dizendo à turma que você trouxe uma caixa cheia de surpresas. Abra-a e tire de dentro dela um objeto por vez, mostrando as várias possibilidades de manuseio, as cores e os desenhos. Essa mediação é fundamental para despertar o interesse da garotada: é observando e imitando sua ação que a criança vai ampliar o repertório de movimentos e criar variações. Quando isso acontecer, chame a atenção das demais para o novo jeito de brincar. Assim você continua estimulando a imitação. Explore ao máximo cada peça, sacudindo, jogando, empilhando, torcendo ou colocando próximo ao ouvido. Só depois entregue-a às crianças. Distribua todo o conteúdo da caixa e permita que elas troquem as peças entre si. Os bebês interagem pelo olhar, mas também podem brincar. Se eles ainda não conseguirem segurar os objetos, ajude-os. Essa atividade pode ser repetida várias vezes na semana, com os mesmos objetos ou outros novos que você trouxer. Guarde-os sempre limpos.)
CANTINHO DE LEITURA
IDADE> A partir de 9 meses..
TEMPO> De 10 a 15 minutos por dia.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Tapete ou colchão, almofadas ou sofá em miniatura, bonecos de pano e fantoches de personagens familiares às crianças e vários livros.
OBJETIVOS> Interessar-se por histórias e explorar os livros.
A experiência de manusear livros desde os primeiros meses de vida colabora com o aprendizado da leitura.
Escutar histórias com regularidade também favorece a formação de melhores leitores e apreciadores do universo literário. Organize em sua sala um espaço de leitura que as crianças possam freqüentar e explorar, entrando em contato diariamente com livros, álbuns de imagens, fantoches e bonecos de pano. Vale lembrar que esse espaço deve ser confortável, acolhedor e atrativo. Assim, as crianças se envolvem por um tempo maior com suas atividades. Os livros e demais materiais expostos precisam ser resistentes. Se acontecer de algum ser rasgado ou amassado, conserte e ponha em uso novamente. Leia livros para o grupo. Por causa da idade, as crianças não ficarão sentadas em roda, como as mais velhas. O interesse de uma criança pequena por uma história lida pode ser percebido por reações de alegria ou tentativas de encenar a história. Observe esses sinais e incentive as crianças que os emitiram. Ao escolher as histórias para ler ou contar, opte por livros com ilustrações de qualidade. Não se preocupe com variedade, porque as crianças pequenas gostam de ouvir várias vezes a mesma história. Antes ou depois da leitura, lembre de dar um tempo para as crianças manusearem livremente os livros..
ARTE COM MINGAU
IDADE> De 8 meses a 1 ano e meio.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades ou pátio.
MATERIAL> Maisena, corante alimentar e água.
OBJETIVO> Interagir com o espaço.
PREPARAÇÃO> Em uma panela, dissolva uma colher de sopa de maisena para cada copo de água. A quantidade é de acordo com o número de crianças ou o tamanho do espaço onde a atividade será realizada. Coloque pitadas de corante até a mistura ficar com a cor que você deseja. Leve-a ao fogo e mexa até que se transforme em um mingau. Deixe esfriar. Avise os pais para mandarem roupas velhas no dia da brincadeira. Espalhe a mistura no chão da sala onde as crianças vão brincar. Deixe-as andar, engatinhar e rolar sobre o mingau, interagindo com o espaço. Atenção para que todos se divirtam e ninguém se machuque. Incentive as várias possibilidades de movimento.
CORRIDA DE OBSTÁCULOS
IDADE> Até 3 anos.
TEMPO> De10 a 20 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades ou pátio.
MATERIAL> Colchonetes, tatames ou tapetes de EVA e obstáculos, como bancos, cordas, túneis, rampas etc.
OBJETIVO> Desenvolver a coordenação motora, noções de espaço, lateralidade, equilíbrio, deslocamento, esquema corporal, ritmo e atenção.
PREPARAÇÃO> Organize a sala forrando o chão com os colchonetes. Espalhe pelo ambiente alguns obstáculos.
Proponha às crianças diferentes movimentos: ajude-as a rolar com braços e pernas esticados, para a frente e para trás; sugira que engatinhem por baixo da mesa ou de uma corda amarrada a uma altura baixa, dentro de um túnel, em uma rampa, em diferentes direções e em ziguezague; dê uma força também para elas andarem de frente e de costas em cima de um banco ou sobre materiais diversos, devagar e rápido, com passos de formiguinha e de gigante; incentive-as a trabalhar o impulso com pulos, saltos para a frente e para trás, livres ou sobre obstáculos.
CABANINHA TRANSPARENTE
IDADE> Até 3 anos.
TEMPO> De 30 a 50 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades ou parque.
MATERIAL> Tule com metragem suficiente para que as paredes da cabana cheguem até o chão ou várias tiras coloridas e compridas de papel celofane, bambolê, cola, tesoura, barbante, fita dupla face ou crepe e pequenos ganchos de metal no teto.
OBJETIVOS> Interagir com outras crianças e adultos; pesquisar diferentes sons e efeitos visuais com o uso de transparências, cores e texturas; ter controle motor e limites corporais em espaço pequeno; e se movimentar e se adequar a um espaço que muda de forma quando manipulado.
PREPARAÇÃO> Prenda pedaços grandes de tule ou tiras compridas de papel celofane em árvores, brinquedos de parque etc. Eles devem ir até o chão. Na sala, o tule ou celofane pode ser preso a pequenos ganchos no teto, com uma abertura central. Outra opção é amarrar tiras num bambolê, formando um círculo de caimento vertical com diversas aberturas por toda a circunferência. O tule é transparente e tem elasticidade e leveza, facilitando a manipulação das crianças sem a ajuda do adulto. Já o papel celofane produz um efeito visual de transformação das cores do ambiente e diferentes sons ao ser manipulado. As crianças podem brincar livremente de esconder e aparecer, vendo o mundo de diferentes cores.
ESTA É LEVE, ESTA É PESADA
IDADE> De 7 meses a 3 anos.
TEMPO> De 15 minutos a uma hora.
ESPAÇO> Sala ampla, pátio com solo liso ou gramado.
MATERIAL> Várias caixas de papelão resistente de diferentes tamanhos, jornais, revistas, cola, tesoura, fita adesiva larga, fita crepe e plástico adesivo.
OBJETIVOS> Desenvolver a autonomia; pesquisar habilidades corporais; relacionar o corpo com o peso e o volume dos objetos; e desenvolver aspectos sociais, afetivos e cognitivos.
PREPARAÇÃO> Deixe algumas caixas vazias e encha outras com jornais. Feche todas muito bem e decore-as com recortes de revistas ou fotos de bichos, brinquedos, objetos, meios de transporte, famílias, pessoas, situações de brincadeiras, de convívio social etc. A decoração deve ser feita de forma livre por você. Em alguns momentos, as imagens vão enriquecer suas aulas, quando o tema for bichos ou transportes, por exemplo. Encape as caixas com plástico adesivo para o material durar mais e para facilitar a limpeza. Espalhe as caixas vazias e estimule as crianças a realizar diferentes atividades com elas, como carregar, empurrar, virar, rolar, empilhar etc. Com as mais pesadas, elas vão explorar outros movimentos: debruçar, subir, pular, equilibrar, saltar e virar.
COMO NA PRAIA
IDADE> De 1 a 3 anos.
TEMPO> De 15 a 30 minutos.
ESPAÇO> Tanque ou chão de areia.
MATERIAL> Roupas confortáveis, fôrmas de vários tamanhos e desenhos, baldinhos, pás, colheres, água e um aparelho de som..
OBJETIVOS> Estimular a coordenação motora e o equilíbrio; oferecer estímulos sensoriais; e desenvolver a autonomia e a socialização.
Permita que as crianças mexam com a areia livremente, apenas evitando que levem as mãos sujas à boca ou joguem areia nos olhos dos colegas. Ao mesmo tempo, estimule-as a perceber a textura da areia e as diferenças de toque quando ela está molhada ou seca. Isso possibilita novas experiências sensoriais. Questione se é mais fácil moldar quando ela está molhada ou seca. As crianças fazem desenhos e modelam a areia usando fôrmas e baldinhos, individualmente ou com a ajuda do colega. Elas podem também caminhar sobre a areia, experimentando como fica o equilíbrio numa superfície fofa. Outra opção é imprimir o formato das mãos ou dos pés, reconhecendo o próprio corpo (observando formas e tamanhos) na marca deixada. Depois, elas comparam as pegadas com os próprios pés. Enquanto a criançada anda no tanque, experimente colocar para tocar algumas músicas que falem sobre os pés.
A NATUREZA FALA
IDADE> De 2 a 3 anos.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades, pátio ou jardim.
MATERIAL> Desenhos, recortes ou vídeos mostrando animais e cenas da natureza.
OBJETIVOS> Brincar com a voz e trabalhar as possibilidades de sons que podemos emitir; estimular a criatividade e a imaginação; e aumentar o repertório.
Com base nas imagens, faça perguntas como: “Que som faz esse animal?”, “Como é o barulho do trovão?” ou “Como esse pássaro canta?” e deixe as crianças brincarem livremente.
BRINCOS DE PARALENDAS
IDADE> De 6 meses a 3 anos.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades, pátio ou jardim.
MATERIAL> Letras de músicas, brincos e parlendas.
OBJETIVO> Se divertir com a música.
Parlendas são brincadeiras com rima e sem música. Brincos são geralmente cantados e envolvem movimentos corporais, como cavalinho ou balanço.
Exemplo de brinco: Serra, Serra, Serrador (Sente a criança em suas pernas, de frente para você e fique de mãos dadas com ela, fazendo movimentos de balanceio para a frente e para trás.) Serra, serra, serrador/ Serra o papo do vovô / O vovô está cansado / Deixa a serra descansar
Exemplo de parlenda Lá em Cima do Piano (Pode ser usado para escolher quem vai começar uma brincadeira. )
Lá em cima do piano / Tem um copo de veneno / Quem bebeu morreu / O azar foi seu
QUE SOM É ESSE?
IDADE> De 6 meses a 2 anos.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Objetos que emitam sons – chocalhos, sinos, matracas –, instrumentos musicais e brinquedos próprios para a idade.
OBJETIVO> Descobrir e produzir diferentes sons.
O bebê é estimulado a descobrir os sons que um objeto emite. Espalhe diversos brinquedos por perto da criança e estimule-a a descobrir cada som movimentando o objeto: tocando, apertando, chocando-o com outro (foto na pág. ao lado).
É importante estimular a pesquisa de possibilidades para produzir sons em vez de ensinar um único modo de tocar um instrumento, por exemplo.
NOSSO REPERTÓRIO
IDADE> De 6 meses a 3 anos.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Aparelho de som e fitas cassete ou CDs variados.
OBJETIVO> Estimular o contato com a música e aprender a ouvi-la.
A música deixa de ser trilha sonora ou pano de fundo de outras atividades e passa a ser o foco. Além de estimular o ouvir, mostre à criança como acompanhar o som – batendo palmas, por exemplo, ou até mesmo cantando. É importante que ela tenha contato com um repertório musical variado – de música clássica a ritmos regionais brasileiros. Se você souber, toque um instrumento musical e cante, estimulando a criança a prestar atenção aos sons.
quarta-feira, 2 de março de 2011
A MUSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Música para quê?
Realizar esse tipo de trabalho ajuda a melhorar a sensibilidade das crianças, a capacidade de concentração e a memória, trazendo benefícios ao processo de alfabetização e ao raciocínio matemático. "A música estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a escrita e a oral. É como se tornássemos o nosso 'hardware' mais poderoso", explica a pedagoga Maria Lúcia Cruz Suzigan, especialista no ensino de música para crianças. Essas áreas se interligam e se influenciam. Sem música, a chance é desperdiçada. Segundo Maria Lúcia, quanto mais cedo a escola começar o trabalho, melhor. "Essa linguagem, embora antes fosse mais comum, faz parte de cultura das crianças por causa das canções de ninar e das brincadeiras. O pouco que ainda resta abre um oportuno espaço para o trabalho na escola."
Se você já sabe que a linguagem musical é importante para as crianças, mas tem medo, se acha desafinado, não toca um instrumento e não sabe por onde começar, os pesquisadores da área procuram desfazer o mito de que é difícil ensinar música para crianças sem ser músico. "Não é complicado, só trabalhoso. Não se espera que o professor de música seja um músico, assim como não se imagina que o alfabetizador é um grande escritor", enfatiza Maria Lúcia. Ela criou nas prefeituras de Diadema e Itu, em São Paulo, um programa de capacitação dos professores da rede que inclui formação e planejamento de atividades.
Para aprender coisas novas é necessário enfrentar a barreira do medo e quebrar o paradigma do dom. "Se você não é muito afinado, não faz mal, pode usar uma gravação e cantar com a criançada. Quando na escola há alguém que toca violão, essa pessoa pode fazer um acompanhamento", afirma Rozelis Aronchi Cruz, que coordena o projeto em Diadema.
Se não há o amparo da rede de ensino, não desanime. "Aventure-se um pouco", defende José Henrique Nogueira, que há 18 anos dá atividades de música na Educação Infantil e recentemente começou ensinar como se faz isso no curso de pedagogia da Universidade Católica de Petrópolis, no Rio de Janeiro. De início ele sugere a leitura do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. O volume 3 traz orientações para crianças de 0 a 6 anos e uma discografia.
"Ajuda muito um planejamento das atividades que inclua a preocupação constante com a linguagem musical. A música não pode ficar restrita a eventos como festas e datas marcantes, mas deve ser uma prática diária", completa Elvira de Souza Lima, pesquisadora em desenvolvimento humano e orientadora dos programas de ensino musical das prefeituras de Blumenau (SC), Coronel Fabriciano (MG) e Guarulhos (SP).
Atirei o pau no gato-tô, mas o gato-tô, não morreu-reu-reu, dona Xica-ca, admirou-se-se do berrô, do berrô que o gato deu: miau! Não atire o pau no gato-tô, porque isso-sô, não se faz-faz-faz. O gatinho-nhô é nosso amigo-gô. Não devemos maltratar os animais: miau!
Sabão crá-crá, sabão crá-crá. Não deixa os cabelos do sapo enrolar. Sabão cré-cré, sabão cré-cré. Não deixa os cabelos do sapo de pé. Sabão cri-cri, sabão cri-cri. Não deixa os cabelos do sapo cair. Sabão cró-cró, sabão cró-cró. Não deixa os cabelos do sapo dar nó. Sabão cru-cru, sabão cru-cru. Não deixa os cabelos do sapo...
Eu sou pobre, pobre, pobre, De marré, marré, marré. Eu sou pobre, pobre, pobre, De marré deci. Eu sou rica, rica, rica, De marré, marré, marré. Eu sou rica, rica, rica, De marré deci. Eu queria uma de vossas filhas, De marré, marré, marré. Eu queria uma de vossas filhas, De marré deci. Escolhei a qual quiser, De marré, marré, marré. Escolhei a qual quiser, De marré deci. Eu queria (nome da pessoa), De marré, marré, marré, Eu queria (nome da pessoa), De marré deci. Que ofício dais a ela? De marré, marré, marré. Que ofício dais a ela? De marré deci. Dou o ofício de (nome do ofício) De marré, marré, marré. Dou o ofício de (nome do ofício), De marré deci. Este ofício me agrada (ou não) De marré, marré, marré. Este ofício me agrada (ou não) De marré deci. Lá se foi a (nome da pessoa), De marré, marré, marré. Lá se foi a (nome da pessoa), De marré deci. Eu de pobre fiquei rica. De marré, marré, marré. Eu de rica fiquei pobre, De marré deci.
Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar, vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dar, o anel que tu me destes era vidro e se quebrou, o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou.
Escravos de Jó, jogavam cachangá. Tira, põe, deixa o Zambelê ficar. Guerreiros com guerreiros fazem zigueziguezá. Guerreiros com guerreiros fazem zigueziguezá (2x).
Pirulito que bate, bate, pirulito que já bateu, quem gosta de mim é ela e quem gosta dela sou eu. Pirulito que bate bate. Pirulito que já bateu. A menina que eu gostava não gostava como eu (2x).
O sapo não lava o pé, não lava porque não quer, ela mora lá na lagoa, não lava o pé porque não quer, mas que chulé.
Meu pintinho amarelinho. Cabe aqui na minha mão, na minha mão. Quando quer comer bichinhos, com seus pezinhos ele cisca o chão. Ele bate as asas. Ele faz piu-piu. Ma tem muito medo. É do gavião (bis).
Marcha soldado, cabeça de papel, se não marchar direito vai preso no quartel. O quartel pegou fogo. A polícia deu sinal. Acorda acorda acorda. A bandeira nacional.
A brincar, A brincar. Brincaremos, brincaremos sem parar. A brincar, A brincar. Brincaremos, brincaremos sem parar (6x).
A pipa do vovô não sobe mais, a pipa do vovô não sobe mais, a pesar de fazer muita força, o vovô foi passado pra trás (6x)
Era uma casa muito engraçada. Não tinha teto não tinha nada. Ninguém podia entrar nela, não. Porque na casa não tinha chão. Ninguém podia dormir na rede porque na casa não tinha parede. Ninguém podia fazer pipi, porque penico não tinha ali. Mas era feita com muito esmero. Na rua dos Bobos. Número zero.
Mamãe eu quero, mamãe eu quero, mamãe eu quero mamar. Dá a chupeta, dá a chupeta, dá a chupeta pro bebê não chorar (2x). Dorme, filhinho do meu coração. Pega a mamadeira e vem entrar no meu cordão. Eu tenho uma irmã que se chama Ana. De tanto piscar os olhos, já ficou sem a pestana. <<>> (2x).
Que bonita a sua roupa. Que roupinha muito louca. Nela é tudo remendado. Não vale nenhum centavo. Mas agrada a quem olhar (2X).
Se você é jovem ainda, jovem ainda, jovem ainda. Amanhã velho será, velho será, velho será. A menos que o coração, que o coração sustente. A juventude, que nunca morrerá (2x).
Caranguejo não é peixe. Caranguejo peixe é. Caranguejo só é peixe. Na enchente da maré. Ora, palma, palma, palma! Ora, pé, pé, pé! Ora, roda, roda, roda. Caranguejo peixe é!
Somos amigos. Amigos do peito. Amigos de uma vez. Somos amigos. Amigos do peito. Amigos de vocês... (4x)
Tá na hora. Tá na hora. Tá na hora de brincar. Pula pula, bole bole. Se embolando sem parar. Dá um pulo vai pra frente. De peixinho vai pra trás. Quem quiser brincar com a gente. Pode vir, nunca é demais. I la ri la ri la ri ê. Ôôô. I la ri la ri la ri ê. Ôôô. I la ri la ri la ri ê. Ôôô. É a turma da Xuxa que vai dando o seu alô. <<>> (2x).
Realizar esse tipo de trabalho ajuda a melhorar a sensibilidade das crianças, a capacidade de concentração e a memória, trazendo benefícios ao processo de alfabetização e ao raciocínio matemático. "A música estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a escrita e a oral. É como se tornássemos o nosso 'hardware' mais poderoso", explica a pedagoga Maria Lúcia Cruz Suzigan, especialista no ensino de música para crianças. Essas áreas se interligam e se influenciam. Sem música, a chance é desperdiçada. Segundo Maria Lúcia, quanto mais cedo a escola começar o trabalho, melhor. "Essa linguagem, embora antes fosse mais comum, faz parte de cultura das crianças por causa das canções de ninar e das brincadeiras. O pouco que ainda resta abre um oportuno espaço para o trabalho na escola."
Se você já sabe que a linguagem musical é importante para as crianças, mas tem medo, se acha desafinado, não toca um instrumento e não sabe por onde começar, os pesquisadores da área procuram desfazer o mito de que é difícil ensinar música para crianças sem ser músico. "Não é complicado, só trabalhoso. Não se espera que o professor de música seja um músico, assim como não se imagina que o alfabetizador é um grande escritor", enfatiza Maria Lúcia. Ela criou nas prefeituras de Diadema e Itu, em São Paulo, um programa de capacitação dos professores da rede que inclui formação e planejamento de atividades.
Para aprender coisas novas é necessário enfrentar a barreira do medo e quebrar o paradigma do dom. "Se você não é muito afinado, não faz mal, pode usar uma gravação e cantar com a criançada. Quando na escola há alguém que toca violão, essa pessoa pode fazer um acompanhamento", afirma Rozelis Aronchi Cruz, que coordena o projeto em Diadema.
Se não há o amparo da rede de ensino, não desanime. "Aventure-se um pouco", defende José Henrique Nogueira, que há 18 anos dá atividades de música na Educação Infantil e recentemente começou ensinar como se faz isso no curso de pedagogia da Universidade Católica de Petrópolis, no Rio de Janeiro. De início ele sugere a leitura do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. O volume 3 traz orientações para crianças de 0 a 6 anos e uma discografia.
"Ajuda muito um planejamento das atividades que inclua a preocupação constante com a linguagem musical. A música não pode ficar restrita a eventos como festas e datas marcantes, mas deve ser uma prática diária", completa Elvira de Souza Lima, pesquisadora em desenvolvimento humano e orientadora dos programas de ensino musical das prefeituras de Blumenau (SC), Coronel Fabriciano (MG) e Guarulhos (SP).
Atirei o pau no gato-tô, mas o gato-tô, não morreu-reu-reu, dona Xica-ca, admirou-se-se do berrô, do berrô que o gato deu: miau! Não atire o pau no gato-tô, porque isso-sô, não se faz-faz-faz. O gatinho-nhô é nosso amigo-gô. Não devemos maltratar os animais: miau!
Sabão crá-crá, sabão crá-crá. Não deixa os cabelos do sapo enrolar. Sabão cré-cré, sabão cré-cré. Não deixa os cabelos do sapo de pé. Sabão cri-cri, sabão cri-cri. Não deixa os cabelos do sapo cair. Sabão cró-cró, sabão cró-cró. Não deixa os cabelos do sapo dar nó. Sabão cru-cru, sabão cru-cru. Não deixa os cabelos do sapo...
Eu sou pobre, pobre, pobre, De marré, marré, marré. Eu sou pobre, pobre, pobre, De marré deci. Eu sou rica, rica, rica, De marré, marré, marré. Eu sou rica, rica, rica, De marré deci. Eu queria uma de vossas filhas, De marré, marré, marré. Eu queria uma de vossas filhas, De marré deci. Escolhei a qual quiser, De marré, marré, marré. Escolhei a qual quiser, De marré deci. Eu queria (nome da pessoa), De marré, marré, marré, Eu queria (nome da pessoa), De marré deci. Que ofício dais a ela? De marré, marré, marré. Que ofício dais a ela? De marré deci. Dou o ofício de (nome do ofício) De marré, marré, marré. Dou o ofício de (nome do ofício), De marré deci. Este ofício me agrada (ou não) De marré, marré, marré. Este ofício me agrada (ou não) De marré deci. Lá se foi a (nome da pessoa), De marré, marré, marré. Lá se foi a (nome da pessoa), De marré deci. Eu de pobre fiquei rica. De marré, marré, marré. Eu de rica fiquei pobre, De marré deci.
Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar, vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dar, o anel que tu me destes era vidro e se quebrou, o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou.
Escravos de Jó, jogavam cachangá. Tira, põe, deixa o Zambelê ficar. Guerreiros com guerreiros fazem zigueziguezá. Guerreiros com guerreiros fazem zigueziguezá (2x).
Pirulito que bate, bate, pirulito que já bateu, quem gosta de mim é ela e quem gosta dela sou eu. Pirulito que bate bate. Pirulito que já bateu. A menina que eu gostava não gostava como eu (2x).
O sapo não lava o pé, não lava porque não quer, ela mora lá na lagoa, não lava o pé porque não quer, mas que chulé.
Meu pintinho amarelinho. Cabe aqui na minha mão, na minha mão. Quando quer comer bichinhos, com seus pezinhos ele cisca o chão. Ele bate as asas. Ele faz piu-piu. Ma tem muito medo. É do gavião (bis).
Marcha soldado, cabeça de papel, se não marchar direito vai preso no quartel. O quartel pegou fogo. A polícia deu sinal. Acorda acorda acorda. A bandeira nacional.
A brincar, A brincar. Brincaremos, brincaremos sem parar. A brincar, A brincar. Brincaremos, brincaremos sem parar (6x).
A pipa do vovô não sobe mais, a pipa do vovô não sobe mais, a pesar de fazer muita força, o vovô foi passado pra trás (6x)
Era uma casa muito engraçada. Não tinha teto não tinha nada. Ninguém podia entrar nela, não. Porque na casa não tinha chão. Ninguém podia dormir na rede porque na casa não tinha parede. Ninguém podia fazer pipi, porque penico não tinha ali. Mas era feita com muito esmero. Na rua dos Bobos. Número zero.
Mamãe eu quero, mamãe eu quero, mamãe eu quero mamar. Dá a chupeta, dá a chupeta, dá a chupeta pro bebê não chorar (2x). Dorme, filhinho do meu coração. Pega a mamadeira e vem entrar no meu cordão. Eu tenho uma irmã que se chama Ana. De tanto piscar os olhos, já ficou sem a pestana. <<>> (2x).
Que bonita a sua roupa. Que roupinha muito louca. Nela é tudo remendado. Não vale nenhum centavo. Mas agrada a quem olhar (2X).
Se você é jovem ainda, jovem ainda, jovem ainda. Amanhã velho será, velho será, velho será. A menos que o coração, que o coração sustente. A juventude, que nunca morrerá (2x).
Caranguejo não é peixe. Caranguejo peixe é. Caranguejo só é peixe. Na enchente da maré. Ora, palma, palma, palma! Ora, pé, pé, pé! Ora, roda, roda, roda. Caranguejo peixe é!
Somos amigos. Amigos do peito. Amigos de uma vez. Somos amigos. Amigos do peito. Amigos de vocês... (4x)
Tá na hora. Tá na hora. Tá na hora de brincar. Pula pula, bole bole. Se embolando sem parar. Dá um pulo vai pra frente. De peixinho vai pra trás. Quem quiser brincar com a gente. Pode vir, nunca é demais. I la ri la ri la ri ê. Ôôô. I la ri la ri la ri ê. Ôôô. I la ri la ri la ri ê. Ôôô. É a turma da Xuxa que vai dando o seu alô. <<>> (2x).
EDUCAÇÃO INFANTIL (ESTÁGIO) ♥♥ SESC - CARIACICA
ROTINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
A rotina é um elemento importante da Educação Infantil, por proporcionar à criança sentimentos de estabilidade e segurança. Também proporciona à criança maior facilidade de organização espaço-temporal, e a liberta do sentimento de estresse que uma rotina desestruturada pode causar. Entretanto, como vimos, a rotina não precisa ser rígida, sem espaço para invenção (por parte dos professores e das crianças). Pelo contrário a rotina pode ser rica, alegre e prazerosa, proporcionado espaço para a construção diária do projeto político-pedagógico da instituição de Educação Infantil.
Hora da Roda
Na roda, o professor recebe as crianças, proporcionando sensações como acolhimento, segurança e de pertencer àquele grupo, aos pequenos que vão chegando. Para tal, pode utilizar jogos de mímica, músicas e mesmo brincadeiras tradicionais, como “adoleta” e “corre-cotia”,, promovendo um verdadeiro “ritual” de chegada. Após a chegada, o educador deve organizar a roda de conversa, onde as crianças podem trocar idéias e falar sobre suas vivências. Aqui cabe ao educador organizar o espaço, para que todos os que desejam possam falar, para que todos estejam sentados de forma que possam ver-se uns aos outros, além de fomentar as conversas, estimulando as crianças a falarem, e promovendo o respeito pela fala de cada um. Através das falas, o professor pode conhecer cada um de seus alunos, e observar quais são os temas e assuntos de interesse destas. Na roda, o educador pode desenvolver atividades que estimulam a construção do conhecimento acerca de diversos códigos e linguagens, como, por exemplo, marcação do dia no calendário, brincadeiras com crachás contendo os nomes das crianças, jogos dos mais diversos tipos (visando apresentá-los às crianças para que, depois, possam brincar sozinhas) e outras. Também na roda deverão ser feitas discussões acerca dos projetos que estão sendo trabalhados pela classe, além de se apresentar às crianças as atividades do dia, abrindo, também, um espaço para que elas possam participar do planejamento diário. O tempo de duração da roda deve equilibrar as atividades a serem ali desenvolvidas e a capacidade de concentração/interação das crianças neste tipo de atividade.
Artes Plásticas
O trabalho com artes plásticas na Educação Infantil visa ampliar o repertório de imagens das crianças, estimulando a capacidade destas de realizar a apreciação artística e de leitura dos diversos tipos de artes plásticas (escultura, pintura, instalações). Para tal, o professor pode pesquisar e trazer, para a sala de aula, diversas técnicas e materiais, a fim de que as crianças possam experimentá-las, interagindo com elas a seu modo, e produzindo as suas próprias obras, expressando-se através das artes plásticas. Assim, elas aumentarão suas possibilidades de comunicação e compreensão acerca das artes plásticas. Também poderão conhecer obras e histórias de artistas (dos mais diversos estilos, países e momentos históricos), apreciando-as e emitindo suas idéias sobre estas produções, estimulando o senso estético e crítico.
Hora da História
Podemos dizer que o ato de contar histórias para as crianças está presente em todas as culturas, letradas ou não letradas, desde os primórdios do homem. As crianças adoram ouvi-las, e os adultos podem descobrir o enorme prazer de contá-las. Na Educação Infantil, enquanto a criança ainda não é capaz de ler sozinha, o professor pode ler para ela. Quando já é capaz de ler com autonomia, a criança não perde o interesse de ouvir histórias contadas pelo adulto; mas pode descobrir o prazer de contá-las aos colegas. Enfim, a “Hora da História” é uma momento valioso para a educação integral (de ouvir, de pensar, de sonhar) e para a alfabetização, mostrando a função social da escrita. O professor pode organizar este momento de diversas maneiras: no início ou fim da aula; incrementando com músicas, fantasias, pinturas; organizando uma pequena biblioteca na sala; fazendo empréstimos de livros para que as crianças leiam em casa, enfim, há uma infinidade de possibilidades.
Hora da Brincadeira
Brincar é a linguagem natural da criança, e mais importante delas. Em todas as culturas e momentos históricos as crianças brincam (mesmo contra a vontade dos adultos). Todos os mamíferos, por serem os animais no topo da escala evolutiva, brincam, demonstrando a sua inteligência. Entretanto, há instituições de Educação Infantil onde o brincar é visto como um “mal necessário”, oferecido apenas por que as crianças insistem em fazê-lo, ou utilizado como “tapa-buraco”, para que o professor tenha tempo de descansar ou arrumar a sala de aula. Acreditamos que a brincadeira é uma atividade essencial na Educação Infantil, onde a criança pode expressar suas idéias, sentimentos e conflitos, mostrando ao educador e aos seus colegas como é o seu mundo, o seu dia-a-dia. A brincadeira é, para a criança, a mais valiosa oportunidade de aprender a conviver com pessoas muito diferentes entre si; de compartilhar idéias, regras, objetos e brinquedos, superando progressivamente o seu egocentrismo característico; de solucionar os conflitos que surgem, tornando-se autônoma; de experimentar papéis, desenvolvendo as bases da sua personalidade. Cabe ao professor fomentar as brincadeiras, que podem ser de diversos tipos. Ele pode fornecer espelhos, pinturas de rosto, fantasias, máscaras e sucatas para os brinquedos de faz-de-conta: casinha, médico, escolinha, polícia-e-ladrão, etc. Pode pesquisar, propor e resgatar jogos de regra e jogos tradicionais: queimada, amarelinha, futebol, pique-pega, etc. Pode confeccionar vários brinquedos tradicionais com as crianças, ensinando a reciclar o que seria lixo, e despertando o prazer de confeccionar o próprio brinquedo: bola de meia, peteca, pião, carrinhos, fantoches, bonecas, etc. Pode organizar, na sala de aula, um cantinho dos brinquedos, uma “casinha” além de, é claro, realizar diversas brincadeiras fora da sala de aula. Além disso, as brincadeiras podem despertar projetos: pesquisar brinquedos antigos, fazer uma Olimpíada na escola, ou uma Copa do Mundo, etc.
Hora do Lanche/Higiene
Devemos lembrar que comer não é apenas uma necessidade do organismo, mas também uma necessidade psicológica e social. Na Bíblia, por exemplo, encontramos dezenas de situações em que Jesus compartilhava refeições com seus discípulos, fato que certamente marcou nossa cultura. Em qualquer cultura os adultos (e as crianças) gostam de realizar comemorações e festividades marcadas pela comensalidade (comer junto). Por isso, a hora do lanche na Educação Infantil não deve atender apenas às necessidades nutricionais das crianças, mas também às psicológicas e sociais: de sentir prazer e alegria durante uma refeição; de partilhar e trocar alimentos entre colegas; de aprender a preparar e cuidar do alimento com independência; de adquirir hábitos de higiene que preservam a boa saúde. Por isto, a hora do lanche também deve ser planejada pelo professor. A disposição dos móveis deve facilitar as conversas entre as crianças; deve haver lixeiras e material de limpeza por perto para que as crianças possam participar da higiene do local onde será desfrutado o lanche (antes e depois dele ocorrer); deve haver uma cesta onde as crianças possam depositar o lanche que desejam trocar entre si (estimulando a socialização e, ao mesmo tempo, o cuidado com a higiene). Além disso, é importante que o professor demonstre e proporcione às crianças hábitos saudáveis de higiene antes e depois do lanche (lavar as mãos, escovar os dentes, etc.). O lanche também pode fazer parte dos projetos desenvolvidos pela turma: pesquisar os alimentos ais saudáveis, plantar uma horta, fazer atividades de culinária, produzir um livro de receitas, fazer compras no mercado para adquirir os ingredientes de uma receita, dentre outras, são atividades às quais o professor pode dar uma organização pedagógica que possibilite às crianças participar ativamente, e elaborar diversos projetos junto com a turma.
Atividades Físicas/Parque
Fanny Abramovich lembra-nos, com muito humor, o papel usualmente atribuído ao movimento nas nossas escolas: “Não se concebe que o aluno sequer possua um corpo. Em movimento permanente. Que encontre respostas através de seus deslocamentos. Um corpo que é fonte e ponte de aprendizagens, de reconhecimentos, de constatações, de saber, de prazer. Basicamente, possui cabeça (para entender o que é dito) e mão (para anotar o que é dito). Portanto, pode e deve ficar sentado o tempo todo da aula. Breves estiramentos, andadelas rápidas, podem ser efetuadas nos intervalos. No mais, os braços são úteis para segurar livros/cadernos/papéis e pés e pernas se satisfazem ao ser selecionados para levantar/perfilar/sair. E basta.” (ABRAMOVICH, 1998, p. 53) Na Educação Infantil, o principal objetivo do trabalho com o movimento e expressão corporal é proporcionar à criança o conhecimento do próprio corpo, experimentando as possibilidades que ele oferece (força, flexibilidade, equilíbrio, entre outras). Isto proporcionará a ela integrá-lo e aceitá-lo, construindo uma auto-imagem positiva e confiante. Para isso o professor deve proporcionar atividades, fora e dentro da sala de aula, onde a criança possa se movimentar. Alongamentos, ioga, circuitos, brincadeiras livres, jogos de regras, tomar banho de mangueira, subir em árvores... São diversas as possibilidades. O professor deve organizá-las e planejá-las, mas sempre com um espaço para a invenção e colaboração da criança. O momento do parque também assume uma conotação diferente. Não é apenas um intervalo para descanso das crianças e dos professores. É mais um momento de desafio, afinal, há aparelhos, árvores, areia, baldinhos e pás, pneus, cordas, bolas, bambolês e tantas brincadeiras que esses materiais oferecem. O professor deve estar próximo, auxiliando e estimulando a criança a desenvolver a sua motricidade e socialização, ajudando, também, a resolver os conflitos que surgem nas brincadeiras quando, porventura, as crianças não forem capazes de solucioná-los sozinhas.
Atividades Extra-Classe
(Interação com a comunidade)
A sala de aula e o espaço físico da escola não são os únicos espaços pedagógicos possíveis na Educação Infantil. Em princípio, qualquer espaço pode tornar-se pedagógico, dependendo do uso que fazemos dele. Praças, parques, museus, exposições, feiras, cinemas, teatros, supermercados, exposições, galerias, zoológicos, jardins botânicos, reservas ecológicas, ateliês, fábricas e tantos outros. O professor deve estar atento à vida da comunidade e da cidade onde atua, buscando oportunidades interessantes, que se relacionem aos projetos desenvolvidos na classe, ou que possam ser o início de novos projetos. Isto certamente enriquecerá e ampliará o projeto político-pedagógico da instituição, que não precisa ser confinando à área da escola. Pode haver até mesmo intercâmbios com outras instituições educacionais.
A rotina é um elemento importante da Educação Infantil, por proporcionar à criança sentimentos de estabilidade e segurança. Também proporciona à criança maior facilidade de organização espaço-temporal, e a liberta do sentimento de estresse que uma rotina desestruturada pode causar. Entretanto, como vimos, a rotina não precisa ser rígida, sem espaço para invenção (por parte dos professores e das crianças). Pelo contrário a rotina pode ser rica, alegre e prazerosa, proporcionado espaço para a construção diária do projeto político-pedagógico da instituição de Educação Infantil.
Hora da Roda
Na roda, o professor recebe as crianças, proporcionando sensações como acolhimento, segurança e de pertencer àquele grupo, aos pequenos que vão chegando. Para tal, pode utilizar jogos de mímica, músicas e mesmo brincadeiras tradicionais, como “adoleta” e “corre-cotia”,, promovendo um verdadeiro “ritual” de chegada. Após a chegada, o educador deve organizar a roda de conversa, onde as crianças podem trocar idéias e falar sobre suas vivências. Aqui cabe ao educador organizar o espaço, para que todos os que desejam possam falar, para que todos estejam sentados de forma que possam ver-se uns aos outros, além de fomentar as conversas, estimulando as crianças a falarem, e promovendo o respeito pela fala de cada um. Através das falas, o professor pode conhecer cada um de seus alunos, e observar quais são os temas e assuntos de interesse destas. Na roda, o educador pode desenvolver atividades que estimulam a construção do conhecimento acerca de diversos códigos e linguagens, como, por exemplo, marcação do dia no calendário, brincadeiras com crachás contendo os nomes das crianças, jogos dos mais diversos tipos (visando apresentá-los às crianças para que, depois, possam brincar sozinhas) e outras. Também na roda deverão ser feitas discussões acerca dos projetos que estão sendo trabalhados pela classe, além de se apresentar às crianças as atividades do dia, abrindo, também, um espaço para que elas possam participar do planejamento diário. O tempo de duração da roda deve equilibrar as atividades a serem ali desenvolvidas e a capacidade de concentração/interação das crianças neste tipo de atividade.
Artes Plásticas
O trabalho com artes plásticas na Educação Infantil visa ampliar o repertório de imagens das crianças, estimulando a capacidade destas de realizar a apreciação artística e de leitura dos diversos tipos de artes plásticas (escultura, pintura, instalações). Para tal, o professor pode pesquisar e trazer, para a sala de aula, diversas técnicas e materiais, a fim de que as crianças possam experimentá-las, interagindo com elas a seu modo, e produzindo as suas próprias obras, expressando-se através das artes plásticas. Assim, elas aumentarão suas possibilidades de comunicação e compreensão acerca das artes plásticas. Também poderão conhecer obras e histórias de artistas (dos mais diversos estilos, países e momentos históricos), apreciando-as e emitindo suas idéias sobre estas produções, estimulando o senso estético e crítico.
Hora da História
Podemos dizer que o ato de contar histórias para as crianças está presente em todas as culturas, letradas ou não letradas, desde os primórdios do homem. As crianças adoram ouvi-las, e os adultos podem descobrir o enorme prazer de contá-las. Na Educação Infantil, enquanto a criança ainda não é capaz de ler sozinha, o professor pode ler para ela. Quando já é capaz de ler com autonomia, a criança não perde o interesse de ouvir histórias contadas pelo adulto; mas pode descobrir o prazer de contá-las aos colegas. Enfim, a “Hora da História” é uma momento valioso para a educação integral (de ouvir, de pensar, de sonhar) e para a alfabetização, mostrando a função social da escrita. O professor pode organizar este momento de diversas maneiras: no início ou fim da aula; incrementando com músicas, fantasias, pinturas; organizando uma pequena biblioteca na sala; fazendo empréstimos de livros para que as crianças leiam em casa, enfim, há uma infinidade de possibilidades.
Hora da Brincadeira
Brincar é a linguagem natural da criança, e mais importante delas. Em todas as culturas e momentos históricos as crianças brincam (mesmo contra a vontade dos adultos). Todos os mamíferos, por serem os animais no topo da escala evolutiva, brincam, demonstrando a sua inteligência. Entretanto, há instituições de Educação Infantil onde o brincar é visto como um “mal necessário”, oferecido apenas por que as crianças insistem em fazê-lo, ou utilizado como “tapa-buraco”, para que o professor tenha tempo de descansar ou arrumar a sala de aula. Acreditamos que a brincadeira é uma atividade essencial na Educação Infantil, onde a criança pode expressar suas idéias, sentimentos e conflitos, mostrando ao educador e aos seus colegas como é o seu mundo, o seu dia-a-dia. A brincadeira é, para a criança, a mais valiosa oportunidade de aprender a conviver com pessoas muito diferentes entre si; de compartilhar idéias, regras, objetos e brinquedos, superando progressivamente o seu egocentrismo característico; de solucionar os conflitos que surgem, tornando-se autônoma; de experimentar papéis, desenvolvendo as bases da sua personalidade. Cabe ao professor fomentar as brincadeiras, que podem ser de diversos tipos. Ele pode fornecer espelhos, pinturas de rosto, fantasias, máscaras e sucatas para os brinquedos de faz-de-conta: casinha, médico, escolinha, polícia-e-ladrão, etc. Pode pesquisar, propor e resgatar jogos de regra e jogos tradicionais: queimada, amarelinha, futebol, pique-pega, etc. Pode confeccionar vários brinquedos tradicionais com as crianças, ensinando a reciclar o que seria lixo, e despertando o prazer de confeccionar o próprio brinquedo: bola de meia, peteca, pião, carrinhos, fantoches, bonecas, etc. Pode organizar, na sala de aula, um cantinho dos brinquedos, uma “casinha” além de, é claro, realizar diversas brincadeiras fora da sala de aula. Além disso, as brincadeiras podem despertar projetos: pesquisar brinquedos antigos, fazer uma Olimpíada na escola, ou uma Copa do Mundo, etc.
Hora do Lanche/Higiene
Devemos lembrar que comer não é apenas uma necessidade do organismo, mas também uma necessidade psicológica e social. Na Bíblia, por exemplo, encontramos dezenas de situações em que Jesus compartilhava refeições com seus discípulos, fato que certamente marcou nossa cultura. Em qualquer cultura os adultos (e as crianças) gostam de realizar comemorações e festividades marcadas pela comensalidade (comer junto). Por isso, a hora do lanche na Educação Infantil não deve atender apenas às necessidades nutricionais das crianças, mas também às psicológicas e sociais: de sentir prazer e alegria durante uma refeição; de partilhar e trocar alimentos entre colegas; de aprender a preparar e cuidar do alimento com independência; de adquirir hábitos de higiene que preservam a boa saúde. Por isto, a hora do lanche também deve ser planejada pelo professor. A disposição dos móveis deve facilitar as conversas entre as crianças; deve haver lixeiras e material de limpeza por perto para que as crianças possam participar da higiene do local onde será desfrutado o lanche (antes e depois dele ocorrer); deve haver uma cesta onde as crianças possam depositar o lanche que desejam trocar entre si (estimulando a socialização e, ao mesmo tempo, o cuidado com a higiene). Além disso, é importante que o professor demonstre e proporcione às crianças hábitos saudáveis de higiene antes e depois do lanche (lavar as mãos, escovar os dentes, etc.). O lanche também pode fazer parte dos projetos desenvolvidos pela turma: pesquisar os alimentos ais saudáveis, plantar uma horta, fazer atividades de culinária, produzir um livro de receitas, fazer compras no mercado para adquirir os ingredientes de uma receita, dentre outras, são atividades às quais o professor pode dar uma organização pedagógica que possibilite às crianças participar ativamente, e elaborar diversos projetos junto com a turma.
Atividades Físicas/Parque
Fanny Abramovich lembra-nos, com muito humor, o papel usualmente atribuído ao movimento nas nossas escolas: “Não se concebe que o aluno sequer possua um corpo. Em movimento permanente. Que encontre respostas através de seus deslocamentos. Um corpo que é fonte e ponte de aprendizagens, de reconhecimentos, de constatações, de saber, de prazer. Basicamente, possui cabeça (para entender o que é dito) e mão (para anotar o que é dito). Portanto, pode e deve ficar sentado o tempo todo da aula. Breves estiramentos, andadelas rápidas, podem ser efetuadas nos intervalos. No mais, os braços são úteis para segurar livros/cadernos/papéis e pés e pernas se satisfazem ao ser selecionados para levantar/perfilar/sair. E basta.” (ABRAMOVICH, 1998, p. 53) Na Educação Infantil, o principal objetivo do trabalho com o movimento e expressão corporal é proporcionar à criança o conhecimento do próprio corpo, experimentando as possibilidades que ele oferece (força, flexibilidade, equilíbrio, entre outras). Isto proporcionará a ela integrá-lo e aceitá-lo, construindo uma auto-imagem positiva e confiante. Para isso o professor deve proporcionar atividades, fora e dentro da sala de aula, onde a criança possa se movimentar. Alongamentos, ioga, circuitos, brincadeiras livres, jogos de regras, tomar banho de mangueira, subir em árvores... São diversas as possibilidades. O professor deve organizá-las e planejá-las, mas sempre com um espaço para a invenção e colaboração da criança. O momento do parque também assume uma conotação diferente. Não é apenas um intervalo para descanso das crianças e dos professores. É mais um momento de desafio, afinal, há aparelhos, árvores, areia, baldinhos e pás, pneus, cordas, bolas, bambolês e tantas brincadeiras que esses materiais oferecem. O professor deve estar próximo, auxiliando e estimulando a criança a desenvolver a sua motricidade e socialização, ajudando, também, a resolver os conflitos que surgem nas brincadeiras quando, porventura, as crianças não forem capazes de solucioná-los sozinhas.
Atividades Extra-Classe
(Interação com a comunidade)
A sala de aula e o espaço físico da escola não são os únicos espaços pedagógicos possíveis na Educação Infantil. Em princípio, qualquer espaço pode tornar-se pedagógico, dependendo do uso que fazemos dele. Praças, parques, museus, exposições, feiras, cinemas, teatros, supermercados, exposições, galerias, zoológicos, jardins botânicos, reservas ecológicas, ateliês, fábricas e tantos outros. O professor deve estar atento à vida da comunidade e da cidade onde atua, buscando oportunidades interessantes, que se relacionem aos projetos desenvolvidos na classe, ou que possam ser o início de novos projetos. Isto certamente enriquecerá e ampliará o projeto político-pedagógico da instituição, que não precisa ser confinando à área da escola. Pode haver até mesmo intercâmbios com outras instituições educacionais.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
trabalho sobre desenvolvimento infantil "freud"
A importância do desenvolvimento infantil para educadores
Para os professores conseguirem trabalhar com as crianças é necessário que ele entenda o seu desenvolvimento.
Vários pesquisadores sugeriram teorias para explicar o desenvolvimento infantil dentre eles Freud que separa em 5 etapas as fases de desenvolvimento humano:
1º fase – Oral – 1 a ½ ano
2º fase – Anal – 1 a 3 anos
3º fase – Fálica – 3 a 7 anos
4º fase – Latência – 7 a 12 anos
5º fase – Genital – a partir de 12 anos
“Para Freud, os cinco primeiros anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento da personalidade, que se dá” por essas fases. (Criança e Desenvolvimento, p. 45).
Freud conseguiu formular sua pesquisa de desenvolvimento infantil através das experiências de seus pacientes e de suas próprias experiências de vida isso podemos analisar no Filme Freud Além da Alma, onde Freud hipnotizava as pessoas para leva-lás até a infância e descobrir qual era a causa da histeria.
Uma das descobertas de Freud demonstrada neste filme foi a sua investigação através de sua própria experiência o que mais tarde ficaria conhecido como complexo de Édipo e a este complexo atribui muitas das causas dos problemas de personalidade.
Podemos citar também Piaget como um dos grandes pesquisadores de desenvolvimento infantil.
Piaget separa o desenvolvimento infantil em estágios:
1º estágio 0 a 2 anos inteligência sensório-motora;
2º estágio 2 a 11 anos inteligência operatório-concreta;
3º estágio a partir de 12 anos inteligência operatório-formal.
Para Piaget: “A infância é considerada como um período particular do processo de formação do pensamento que só se completa na idade adulta.” (Psicologia e Trabalho Pedagógico p. 45).
Esses estágios de desenvolvimento são caracterizados por novas formas de organização mental.
Podemos perceber através dessas pesquisas: “... que a criança tem um modo todo especial de compreender o mundo, de dar significados a ele, de explicá-lo. E que, a partir disso, ela contribui significativamente para o seu próprio desenvolvimento, tornando-se parte importante do mundo que a cerca e produtora de cultura.” (Criança e desenvolvimento p. 39 e 40)
Por isso é tão importante compreender o desenvolvimento infantil para saber lidar com diversos problemas que podem ocorrer em sala e conseguir perceber mudanças no comportamento de cada aluno.
O educador deve identificar quando a criança está passando por algum problema especifico isso pode deixar a criança menos atenta, menos participativa e sem vontade de realizar as suas atividades didáticas.
Não adianta exigir, obrigar ou até mesmo isolar essa criança, é preciso utilizar de práticas pedagógicas entendendo o desenvolvimento infantil para ajudar a cada criança.
Sendo mediador entre pais e alunos contribuindo para formar cidadãos.
Para os professores conseguirem trabalhar com as crianças é necessário que ele entenda o seu desenvolvimento.
Vários pesquisadores sugeriram teorias para explicar o desenvolvimento infantil dentre eles Freud que separa em 5 etapas as fases de desenvolvimento humano:
1º fase – Oral – 1 a ½ ano
2º fase – Anal – 1 a 3 anos
3º fase – Fálica – 3 a 7 anos
4º fase – Latência – 7 a 12 anos
5º fase – Genital – a partir de 12 anos
“Para Freud, os cinco primeiros anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento da personalidade, que se dá” por essas fases. (Criança e Desenvolvimento, p. 45).
Freud conseguiu formular sua pesquisa de desenvolvimento infantil através das experiências de seus pacientes e de suas próprias experiências de vida isso podemos analisar no Filme Freud Além da Alma, onde Freud hipnotizava as pessoas para leva-lás até a infância e descobrir qual era a causa da histeria.
Uma das descobertas de Freud demonstrada neste filme foi a sua investigação através de sua própria experiência o que mais tarde ficaria conhecido como complexo de Édipo e a este complexo atribui muitas das causas dos problemas de personalidade.
Podemos citar também Piaget como um dos grandes pesquisadores de desenvolvimento infantil.
Piaget separa o desenvolvimento infantil em estágios:
1º estágio 0 a 2 anos inteligência sensório-motora;
2º estágio 2 a 11 anos inteligência operatório-concreta;
3º estágio a partir de 12 anos inteligência operatório-formal.
Para Piaget: “A infância é considerada como um período particular do processo de formação do pensamento que só se completa na idade adulta.” (Psicologia e Trabalho Pedagógico p. 45).
Esses estágios de desenvolvimento são caracterizados por novas formas de organização mental.
Podemos perceber através dessas pesquisas: “... que a criança tem um modo todo especial de compreender o mundo, de dar significados a ele, de explicá-lo. E que, a partir disso, ela contribui significativamente para o seu próprio desenvolvimento, tornando-se parte importante do mundo que a cerca e produtora de cultura.” (Criança e desenvolvimento p. 39 e 40)
Por isso é tão importante compreender o desenvolvimento infantil para saber lidar com diversos problemas que podem ocorrer em sala e conseguir perceber mudanças no comportamento de cada aluno.
O educador deve identificar quando a criança está passando por algum problema especifico isso pode deixar a criança menos atenta, menos participativa e sem vontade de realizar as suas atividades didáticas.
Não adianta exigir, obrigar ou até mesmo isolar essa criança, é preciso utilizar de práticas pedagógicas entendendo o desenvolvimento infantil para ajudar a cada criança.
Sendo mediador entre pais e alunos contribuindo para formar cidadãos.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Dedicamos este trabalho primeiramente a Deus, pela saúde, fé e perseverança que tem nos dado. A preceptora Hedlamara nossa fiel companheira na hora da tribulação, aos nossos familiares, pelo reconhecimento aos nossos estudos, os quais têm desejado um futuro próximo para a educação sabendo dos desafios do educador no contexto atual. Aos nossos amigos pelo incentivo a busca de novos conhecimentos, há todos que muito contribuirão para nosso desempenho.
*esta é uma dedicatória de um portifólio que fizemos em atividade para postar no ava bjks hed meu grupo já estamos com saudades♥ Hayra, Bia, Simonee Rosi (turma21)
*esta é uma dedicatória de um portifólio que fizemos em atividade para postar no ava bjks hed meu grupo já estamos com saudades♥ Hayra, Bia, Simonee Rosi (turma21)
domingo, 12 de setembro de 2010
meu diário de bordo do 1 periodo de pedagogia
DIARIO DE BORDO
Hayra Gonçalves
1ª ETAPA – PEDAGOGIA
Cariacica/2010
Começo meu diário meio que com medo sem saber como falar e como passar para o papel oque aprendi neste meu 1ª etapa, está sendo uma experiência maravilhosa estar voltada para esta área que é a educação um lado que jamais pensei que iria me dedicar tanto.
Logo no primeiro capitulo sobre oque somos, oque é o homem !!! Junto com nosso cd de aprendizagem e com a musica de Milton nascimento entendi que eu tenho que pensar de forma diferente sobre a concepção do homem, nosso papel na transformação do mundo e na construção da sociedade.
Por tanto amor
Por tanta emoção
A vida me fez assim
Doce ou atroz
Manso ou feroz
Eu caçador de mim
Preso a canções
Entregue a paixões
Que nunca tiveram fim
Vou me encontrar
Longe do meu lugar
Eu, caçador de mim
Nada a temer senão o correr da luta
Nada a fazer senão esquecer o medo
Abrir o peito a força, numa procura
Fugir às armadilhas da mata escura
Longe se vai
Sonhando demais
Mas onde se chega assim
Vou descobrir
O que me faz sentir
Eu, caçador de mim
Musica Milton nascimento
Caçador de mim
É preciso estabelecer diferenças entre o homem e os outros animais as semelhanças fisicas podem ser poucas mas o homem é capaz de adaptar-se com facilidade que qualquer outra criatura. O ser humano é capaz de romper com o passado, modificar o presente e prever o futuro
Os animais desde o surgimento da especie repetem a mesma forma os mesmos padrões de comportamento vividos pelos seus ancestrais.
Nós homens nao nascemos prontos pela naturesa, mas somos capazes de nos construir e reconstruir nela transformando sua propia história.
O homen alem de ser manso ou atroz, e tambem contraditorio, instavel e transformando a naturesa em eterno caçador de si mesmo
“CONHECENDO O MEIO, SE ADAPTA A ELE E O TRANSFORMA”
Homem vitruviano
Esta imagem marca a transição de concepção de homem, o homem passa a ser considerado o centro do universo.
figura de O pensador de augusto rodim
Certos pensamentos ditos por Rodim são basicamente noções pertencentes ao senso comum não é a sua verdade ou falsidade as pessoas não sabem o porquê dessas noções trata-se de um conhecimento popular (sem base)
Os provérbios ditos populares são exemplos que trazem por simples versos ou frases, de que o ser humano já nasce cheio de qualidade que de acordo a vida irá ou não aparecer, e vão se perpetuando de geração a geração
Reflexão: A escola publica não estuda somente “pobre” existem crianças e adultos de varias classes. E concordo que nascem pobres e ricos e tem uns que nascem pobres e com esforços próprios ou indevido não sei ! ficam ricos ...
Com tudo o fracasso escolar vem da falta de talento dos pais e responsáveis que não incentiva os seus filhos ao estudo, que por ventura próprios pais mal tem o ensino fundamental, mas cadê o interesse. O que falta na vida escolar é sempre o interesse da família.
O homem um ser sócio histórico: oque puxei do lado paterno e materno sim meu cabelo e do meu pai, mas meu jeito de ser da minha mãe, mas só as condições biológicas não contam, ou melhor, não concretizam o homem.
Elas dão sustentação para o homem apropiar-se da cultura e suas funções psíquicas.
Nós não podemos viver solitários o homem não nasceu para viver sozinho ou vivermos da mesma forma a cada momento vamos criando, transformando e reconstruindo a vida e para isso não bastam só as características biológicas para sermos um ser sócio históricas.
Ainda hoje existem sonhos que buscam outros sonhos que são sombrios como, por exemplo, as pessoas que migram para São Paulo para garantir um bom emprego eles mesmo tem um subemprego e vivem de forma triste.
Os empregos são nos lixões das cidades catadores de lixo e muitos outros é a realidade do nosso pais e pergunto porque muitos tem tanto e outros nem conseguem viver ... (sobreviver)
A linguagem tem um papel fundamental, pois nos leva além de nossas experiências, é um fenômeno social, resultado da convivência humana.
O homem não utiliza apenas da linguagem verbal para se comunicar nós nos expressamos através de gestos, fotografias...
E os fatores que contribuíram para a humanização do homem são as criações de instrumentos de trabalho, despertar da consciência e o surgimento da linguagem.
Para finalizar esta etapa, a EDUCAÇÂO acontece de maneira formal e sistemática em lugares distintos com normas e padrões pré determinados escola e a família são as principais instituições responsáveis pela transmição cultural preestabelecidos pela sociedade com a intenção de educar.
Quando pequei esta foto logo pensei, que estava voltada para alunos bagunçando a sala de aula e o professor explicando e chamando atenção, pensando bem olha o professo já é de idade muitos anos lecionando e com muita paciência educando crianças em uma sala de aula temática alegre, e feliz isto muito me chamou atenção mostrando que com dedicação, desempenho amor e muito talento
Metamorfose
Lagartas
Ou até uma taturana
Escondidinha em um galho
Ou no meio das plantas
Ao ficar adulta
Vai virando pupa
E ali bem quietinhas
Vai se enrolando todinha
Até ficar prontinha
E virar borboletinha.
Alunos da 4ª série A, da escola do meu bairro
Este poema peguei de um aluno de uma escola do meu bairro achei interresante, porque diz para mim que em todos os sentidos nós seres humanos (homem) passamos por transformações tanto elas biológicas ou físicas e de todo modo, logo quando o li me veio toda essa conclusão de sociedade, cultura, e biológica claro, tudo esta tão claro em minha mente que hoje já enxergo tudo em minha volta com outros olhos sempre voltado para a compreensão do conhecimento e do desenvolvimento humano.
História da Educação
Qual é a sua importância!!
A educação de fato não e neutra, esta ligada a questões e valores políticos, econômicos e sociais e a escola faz parte do mundo, é um instrumento de transformação a criança brinca, aprende, chora, come e aprende de novo e os professores lêem histórias ensina e também fica chateado e ensina assim e a rotina da vida na escola
Mas isso tudo não funciona sozinho é um sistema múltiplo engloba varias coisas como, por exemplo, a dedicação e o talento dos pais e responsáveis para que uma criança desenvolva o ensinar e o aprender e compreender este mundo, o ser humano esta ligada a educação desde nascimento ao vir ao mundo um bebe já sabe que o lugar onde ele estar é diferente as transformações dessas características sempre se relacionam a mudanças
Dentre os fatores somos seres históricos já que tudo que fazemos e pensamos já fica na história (passado) e gera aprendizado e experiência e cabe a nós “novos Professores” tentarmos fechar lacunas deixadas para trás da historia da educação que por muitas vezes ignorada, como diz o professor Cassimiro dos reis Filho em obra publicada em 1981 “somente depois que realizarmos estudos analíticos capazes de aprofundar o conhecimento da realidade educacional, como tal foi constituída.”e realmente o presente não existe se não fosse o passado .
Os aspectos mais importantes de toda a história é claro tudo que foi vivido para ser hoje, oque é a história da educação nosso sucesso depende da história os estudos nos remete a ver a importância para desenvolvermos uma atitude critica e que a mudança esta em nos mesmo, e em lugares reais.
Dentre fatos ocorridos em toda a História da Educação viajamos por todo o mundo principalmente na Grécia, Roma onde estudando toda a história me voltei para o passado quando estava ainda no ensino médio – nuss!!! Muito bom
Desde daquele período me apaixonei por “Atenas” uma educação completa e cheia de sabedoria onde valorizava sempre o intelectual esta é a educação dos meus sonhos para meu filho e para meus futuros alunos.
Viajando com a autora Aranha – será que a idade média foi um período de “trevas ou não” há controvérsias trevas porque reprimiam a produção e a expressão cultural, provocaram a exploração do trabalho e a dominação dos impulsos humanos por meio de dogmas religiosos mas há também autores que destacam períodos de luzes pelo trabalho dos padres que nos mosteiros resguardavam a herança cultural Greco- latina por séculos dentre outros
Logo então o Renascimento e o Iluminismo onde foi o apogeu do homem onde estava no período da ração e do poder
Obs.: Em todo o tema da História da Educação este período foi que mais me chamou atenção.
Ser humano e suas Dimensões
.É importante entender que o indivíduo não nasce com uma personalidade pré-moldada, basicamente estável, que o acompanharia pela vida e à qual se poderia atribuir a função de causa essencial de seus atos, quer os considerados adequados, quer os considerados impróprios. A visão que atribui à personalidade a propriedade de originar as ações humanas é alienante e desloca a análise da conduta das pessoas de seus reais determinantes: todas suas vivências no decorrer de sua história de vida pessoal e sócio-cultural. Em nosso momento histórico atual, reside nos projetos políticos- pedagógicos a busca por coerência entre as práticas de ensino e novos paradigmas científicos que, no contexto das emergentes mudanças, devem estar presente nas reformulações pedagógicas.
Muitas teorias estão ficando cada vez mais clara em meu conhecimento
Piaget com a teoria dos estágios de desenvolvimento.
Viygostsky defende que a criança é introduzida no mundo da cultura por parceiros mais esperto.
Dentre outros importantes...
O que me chamou a atenção foi Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), filosofo e escritor, nasceu em Genebra, na Suíça e morreu na França. Nasceu protestante, tornou-se católico e depois retornou ao protestantismo.
A educação, segundo ele, não deveria ter por objetivo a preparação da criança com vista para o futuro nem a modelação dela para determinados fins: deveria ser a própria vida da criança. Mostrava-se contraria á educação precoce. Era preciso ter em conta a criança, não só porque ela é o objeto da educação oque a educação da essência também se dispunha a fazer – mas porque a criança representa a própria fonte da educação.
Novos ambientes
Esse caminho de idas e voltas, onde todos se envolvem participam nas aulas, no Orkut,nos sites é fascinante, criativo, cheio de novidades e de avanços.O conhecimento que é elaborado a partir da própria experiência se torna muito mais forte e definido em nós.
Sabemos que com os novos ambientes de aprendizagem usados nas salas de aula tradicional esta ligada com o crescimento do processo de aprendizado, este processo é responsabilidade do aluno e do mestre é de total importância que o professor seja o organizador e planejador para uma aprendizagem significativa, concluindo: o professor que cria sua forma se integra as varias tecnologias!!!! Sociais no contexto da educação Segundo Capra (2000), redes sociais são redes de comunicação que envolve a linguagem simbólica dos limites culturais e as relações de poder., O Orkut, twitter, facebok e muitos outros são exemplos cada vez mais conhecidos para estes novos ambientes mas lembre-se usados com sabedoria. Sabemos que os softwares oferecem a possibilidade de estudo é visto por alunos como modo de se interresar nas aulas este mundo tão virtual temos a necessidade da ampliação do conceito de aprendizado, e com recursos tecnológicos tem exigido o Maximo dos educadores que vem se complementando para a formação de um individuo no plural.
Resenha de uma matéria do “jornal A Gazeta” – achei marcante
Sete mil crianças estudam sem livros didáticos na capital
Jornal A Gazeta de 1º de maio 2010
Quase três meses depois do inicio do ano letivo, mais de 7 mil alunos do ensino fundamental de vitoria ainda estão estudando sem livros . Um direito básico de todos da rede publica, os livros não chegaram as escola com números suficientes, e o problema atinge principalmente o 1º ano do ensino fundamental, em que só 212 dos 2200 alunos matriculados receberam o material.
A Secretaria de Educação de Vitória estima que entre 25% e 30% dos 31,2 mil alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental ainda estejam sem livros para amenizar o problema a prefeitura tenta remanejar a distribuição com ajuda de outros municípios “Agente descobre onde esta sobrando livros para trazer para nossa escola “ justifica o coordenador de biblioteca escolares da Secretaria Municipal da Educação Eduardo Valadares
O problema teria sido provocado pela pouca oferta de livros por parte do Ministério de Educação (MEC) como a quantidade é enviada com base no Censo escolar 2008 e, neste ano, foram criadas novas séries para atender ao ensino fundamental de 9 anos , o numero não foi suficiente.
Fique por dentro
Com tudo que estamos vivendo violência, drogas, e tudo mais ainda esquecerão os livros para estudar, com o ano letivo que já começou há três meses e agora foram levar para o jornal!!
Faltam 24 mil livros para alunos do 1º não só na capital, a matéria diz também em Vila Velha , Serra e Cariacica e em outros municípios de todo Espírito Santo que estão enfrentando os mesmos problemas.
E ficam culpando uns aos outros pela ma estratégia com censo e ou distribuição dos livros e ate mesmo com mais um ano escolar. Mães sofrem com tudo isto, elas dizem “os professores tem se esforçado para ensinar sem os livros “ mas isso não as tranqüiliza.
Trocando em miúdos, o livro é um direito do aluno não podemos ficar de braços cruzados esperando a boa vontade de quem vai repassa-los, pagamos os impostos, e na hora de ter acesso a educação não somos atendidos de forma adequada .
E até quando isso vai continuar...
Referências: A Gazeta – jornal-dia a dia (Cintia Alves)
Secretaria municipal de Educação de Vitória
Personalidade Marcante - Nelson Mandela
Nelson Rolihlahla Mandela é um importante líder político da África do Sul, que lutou contra o sistema de apartheid no país. Nasceu em 18 de julho de 1918 na cidade de Qunu (África do Sul). Mandela, formado em direito, foi presidente da África do Sul entre os anos de 1994 e 1999.
Luta contra o apartheid
O apartheid, que significa "vida separada", era o regime de segregação racial existente na África do Sul, que obrigava os negros a viverem separados. Os brancos controlavam o poder, enquanto o restante da população não gozava de vários direitos políticos, econômicos e sociais.
Ainda estudante de Direito, Mandela começou sua luta contra o regime da apartheid. No ano de 1942, entrou efetivamente para a oposição, ingressando no Congresso Nacional Africano (movimento contra a apartheid).
Durante toda a década de 1950, Nelson Mandela foi um dos principais membros do movimento anti-apartheid. Participou da divulgação da “Carta da Liberdade”, em 1955, documento pelo qual defendiam um programa para o fim do regime segregacionista.
Mandela sempre defendeu a luta pacífica contra a apartheid. Porém, sua opinião mudou em 21 de marco de 1960. Neste dia, policiais sul-africanos atiraram contra manifestante negro, matando 69 pessoas. Este dia, conhecido como “O Massacre de Sharpeville”, fez com que Mandela passasse a defender a luta armada contra o sistema.
Em 1961, Mandela tornou-se comandante do braço armado do CNA, conhecido como "Lança da Nação". Passou a buscar ajuda financeira internacional para financiar a luta. Porém, em 1962, foi preso e condenado a cinco anos de prisão, por incentivo a greves e viagem ao exterior sem autorização. Em 1964, Mandela foi julgado novamente e condenado a prisão perpétua por planejar ações armadas.
Mandela permaneceu preso de 1964 a 1990. Nestes 26 anos, tornou-se o símbolo da luta antiapartheid na África do Sul. Mesmo na prisão, conseguiu enviar cartas para organizar e incentivar a luta pelo fim da segregação racial no país. Neste período de prisão, recebeu apoio de vários segmentos sociais e governos do mundo todo.
Com o aumento das pressões internacionais, o então presidente da África do Sul, Frederik de Klerk solicitou, em 11 de fevereiro de 1990, a libertação de Nelson Mandela e a retirada da ilegalidade do CNA (Congresso Nacional Africano). Em 1993, Nelson Mandela e o presidente Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da Paz, pelos esforços em acabar com a segregação racial na África do Sul.
Em 1994, Mandela tornou-se o primeiro presidente negro da África do Sul. Governou o país até 1999, sendo responsável pelo fim do regime segregacionista no país e também pela reconciliação de grupos internos.
Com o fim do mandato de presidente, Mandela afastou-se da política dedicando-se a causas de várias organizações sociais em prol dos direito humanos. Já recebeu diversas homenagens e congratulações internacionais pelo reconhecimento de sua vida de luta pelos direitos sociais.
Algumas frases de Nelson Mandela
- "Não há caminho fácil para a Liberdade."
- "A queda da opressão foi sancionada pela humanidade, e é a maior aspiração de cada homem livre."
- "A luta é a minha vida. Continuarei a lutar pela liberdade até o fim de meus dias."
- "A educação é a arma mais forte que você pode usar para mudar o mundo."
Dia Internacional de Nelson Mandela
- A partir de 2010, será celebrado em 18 de julho de cada ano o Dia Internacional de Nelson Mandela. A data foi definida pela Assembléia Geral da ONU e corresponde ao dia de seu nascimento.
Obs.:em uma de nossa oficinas de apoio foi apresentado o filme deste grande homem Nelson Mandela e me apaixonei por esta personalidade tão marcante de minha época, que ainda vive e luta para sempre.
preciar com amor
A flor da primavera
E o bordo do outono
É corresponder à infinita bênção
Que nos é concedida por Deus.
Deleitando-nos com a arte,
Somos purificados em corpo e alma:
Isso sim, é bênção divina.
Fazendo das flores, dos pássaros,
Do vento e da lua
Meus amigos,
Desejo viver alegremente
Mesmo neste mundo cheio de sofrimentos.
fotos de amigas queridas, e nossa querida docente Cynthia
____________________♥_____________________♥___________________
momentos de estudos para mais daqui 3 anos
Eu, muito feliz por esta na faculdade UNIUBE realizando meus sonhos.
- "Sonho com o dia em que todas as pessoas levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos”. “Nelson Mandela”
Referências Bibliográficas : Apostilas da faculdade UNIUBE Aranha, Maria Lucia
Rousseau, Jean Jaques Emilio ou da Educação.tradução Roberto Leal. São Paulo Martins Fonte, 1999.
Wikipédia : disponível <HTTP://upload.org/commons.
Youtube. Criança- A alma do Negocio.
Agradecimentos
Ufa!!!!!!!!! Finalizei o 1º degrau, achei que não iria conseguir apesar de uma vida tripla trabalhar fora, dona de casa, ser mãe e esposa e ainda arrumar tempo para estudar ufa! A jornada de 24hrs é tensa, mas não vou desistir. È claro que com ajuda e o carinho de todos os amigos, meus pais ao eu marido e grande amor Rodrigo e principalmente meu filho Octavio Henrique a quem dedico este curso de graduação.
Há todos da faculdade UNIUBE pólo de Cariacica, nossa preceptora Gysmeire e nossa docente Cynthia. Muito obrigada pela dedicação e carinho.
Minha Família (OBS: NÃO SEI AINDA COLOCAR AS FOTOS EM MEU BLOG MAS LOGO LOGO VOU POSTAR ESTOU APRENDENDO)
A Escola dos meus Sonhos, é oque eu quero sequir
A escola de meus sonhos eu ainda não vi.
Ela está no sonho dos alunos, dos professores dedicados que conheci;
A escola dos meus sonhos não se fará com estruturas futuristas, nem com apelos modernistas ou tendências tradicionais.
Ela se fará com carisma e a ousadia de ouvir os educandos e guiá-los para uma humanidade mais justa, que se preocupa com os demais.
Uma escola que usa o bom senso, no momento de avaliar seus discípulos e escolher seu corpo docente
Na escola dos meus sonhos as matérias são ensinadas de forma que tenham alguma utilidade prática, e valorizem o ser humano e a sua relação com o meio-ambiente.
Na escola dos meus sonhos a história é ensinada para que o aluno possa entender como chegou até aqui, a evolução, a tecnologia, para valorizar os pioneiros que trouxeram benefícios à humanidade em geral, e não aos personagens políticos que dão nome às ruas e avenidas das cidades.
Na escola dos meus sonhos os alunos tratam os professores como mestres, e como pessoas que são um modelo na vida deles, e não com ameaças, violência ou desrespeito. Mas os professores tratam os alunos como filhos, e sabem de sua verdadeira função de educadores.
Talvez os presidentes, ministros, governadores, secretários de educação tenham um mínimo de discernimento, se esqueçam um pouco de dar os cargos comissionados a alguém por motivos partidários ou de “amizade”, e pensem em qual seria a escola dos seus sonhos, e onde gostariam que seus filhos estudassem, e algum dia pudessem chegar à conclusão de que a nossa escola atual está longe de preparar algum aluno para a vida que gostaríamos que ele tivesse.
É desolador verificar que entra governante, sai governante, nenhum deles tenta mudar as estruturas educacionais, que já ruíram há muito tempo, e precisam ser reconstruídas.
Somente nós, o brasileiro com acesso à informação e cultura pode mudar isso. Não podemos permitir que as bolsas-família, big brothers, pânicos na tv, caras, Faustões, Gugus, Xuxas e outros “formadores de opinião” acabem com a nossa educação e cultura. Nós somos melhores do que isso. E temos que exigir respeito na TV, jornais, revistas, rádio, etc.
Na escola dos meus sonhos as matérias são ensinadas de forma que tenham alguma utilidade prática, e valorizem o ser humano e a sua relação com o meio-ambiente.
Na escola dos meus sonhos a história é ensinada para que o aluno possa entender como chegou até aqui, a evolução, a tecnologia, para valorizar os pioneiros que trouxeram benefícios à humanidade em geral, e não aos personagens políticos que dão nome às ruas e avenidas das cidades.
Na escola dos meus sonhos as matérias são ensinadas de forma que tenham alguma utilidade prática, e valorizem o ser humano e a sua relação com o meio-ambiente.
Na escola dos meus sonhos a história é ensinada para que o aluno possa entender como chegou até aqui, a evolução, a tecnologia, para valorizar os pioneiros que trouxeram benefícios à humanidade em geral, e não aos personagens políticos que dão nome às ruas e avenidas das cidades. Tia Hay
Ela está no sonho dos alunos, dos professores dedicados que conheci;
A escola dos meus sonhos não se fará com estruturas futuristas, nem com apelos modernistas ou tendências tradicionais.
Ela se fará com carisma e a ousadia de ouvir os educandos e guiá-los para uma humanidade mais justa, que se preocupa com os demais.
Uma escola que usa o bom senso, no momento de avaliar seus discípulos e escolher seu corpo docente
Na escola dos meus sonhos as matérias são ensinadas de forma que tenham alguma utilidade prática, e valorizem o ser humano e a sua relação com o meio-ambiente.
Na escola dos meus sonhos a história é ensinada para que o aluno possa entender como chegou até aqui, a evolução, a tecnologia, para valorizar os pioneiros que trouxeram benefícios à humanidade em geral, e não aos personagens políticos que dão nome às ruas e avenidas das cidades.
Na escola dos meus sonhos os alunos tratam os professores como mestres, e como pessoas que são um modelo na vida deles, e não com ameaças, violência ou desrespeito. Mas os professores tratam os alunos como filhos, e sabem de sua verdadeira função de educadores.
Talvez os presidentes, ministros, governadores, secretários de educação tenham um mínimo de discernimento, se esqueçam um pouco de dar os cargos comissionados a alguém por motivos partidários ou de “amizade”, e pensem em qual seria a escola dos seus sonhos, e onde gostariam que seus filhos estudassem, e algum dia pudessem chegar à conclusão de que a nossa escola atual está longe de preparar algum aluno para a vida que gostaríamos que ele tivesse.
É desolador verificar que entra governante, sai governante, nenhum deles tenta mudar as estruturas educacionais, que já ruíram há muito tempo, e precisam ser reconstruídas.
Somente nós, o brasileiro com acesso à informação e cultura pode mudar isso. Não podemos permitir que as bolsas-família, big brothers, pânicos na tv, caras, Faustões, Gugus, Xuxas e outros “formadores de opinião” acabem com a nossa educação e cultura. Nós somos melhores do que isso. E temos que exigir respeito na TV, jornais, revistas, rádio, etc.
Na escola dos meus sonhos as matérias são ensinadas de forma que tenham alguma utilidade prática, e valorizem o ser humano e a sua relação com o meio-ambiente.
Na escola dos meus sonhos a história é ensinada para que o aluno possa entender como chegou até aqui, a evolução, a tecnologia, para valorizar os pioneiros que trouxeram benefícios à humanidade em geral, e não aos personagens políticos que dão nome às ruas e avenidas das cidades.
Na escola dos meus sonhos as matérias são ensinadas de forma que tenham alguma utilidade prática, e valorizem o ser humano e a sua relação com o meio-ambiente.
Na escola dos meus sonhos a história é ensinada para que o aluno possa entender como chegou até aqui, a evolução, a tecnologia, para valorizar os pioneiros que trouxeram benefícios à humanidade em geral, e não aos personagens políticos que dão nome às ruas e avenidas das cidades. Tia Hay
Assinar:
Postagens (Atom)

